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O BURGUÊS FIDALGO  descubra o segredo do sucesso...

 

 ‘O Burguês Fidalgo’ a divertida comédia de Molière que esteve em cena até ao dia 25 de Julho nos românticos jardins do Palácio do Beau Séjour esgotou todas as sessões
A excelência do texto e do elenco e a beleza dos jardins do Palácio do Beau Séjour foram motivos mais do que suficientes para não perder esta co-produção do Grupo Cassefaz com a Câmara Municipal de Lisboa e o Ministério da Cultura.

O Grupo
Cassefaz, responsável pelo espectáculo, congratula-se com o sucesso alcançado e lamenta não poder aceder a todos os pedidos do público. O Grupo deixou de aceitar reservas para este espectáculo uma vez que não vai ser possível prolongar as apresentações e a lista de espera para desistências conta já com centenas de pessoas.

Para Miguel Abreu, director do Grupo Cassefaz, “O sucesso deste espectáculo muito se deve à sua interacção com o público, à qualidade do texto, da encenação e da interpretação, face aos objectivos pretendidos: revelar como um texto clássico, crítico e mordaz, à época, pode hoje proporcionar condições de convivialidade afectiva entre os públicos. Se por um lado o espectador contemporâneo reconhece os tiques dos “novos-ricos” de ontem e de hoje, e se ri deles e por vezes de si próprio, também é verdade que os aceita com ternura. Por outro lado, o local onde o espectáculo se apresenta, a escorreita e clara encenação e a entrega feliz dos actores no desempenho das personagens, criam uma corrente energética positiva, levando o público a aplaudir de pé o espectáculo.”

Opinião partilhada por Cláudio Hochman, o encenador, que considera difícil definir os elementos que podem determinar o êxito de uma peça mas que se congratula com o facto de desta vez a equipa ter acertado. “Estou muito contente com este sucesso. O público goza plenamente, adere e liga desesperadamente para pedir convites. Que maravilha que isto passe com o teatro!”

De referir, são ainda, as palavras de incentivo e sugestões do público que nos escreve depois das sessões. Dificilmente esqueceremos comentários como o de Mário Simões: “Deixo-vos o conselho (se me é permitido) de que defendam um carácter único (parece-me) no actual panorama do nosso teatro, prosseguindo na linha de ‘O Burguês Fidalgo’, o que quer dizer: clássico (mas actual), divertido (mas crítico), exigente (mas acessível). Parabéns... e Boa Sorte!” acrescenta Miguel Abreu.


Texto Molière Adaptação Claudio Hochman e Fernanda Paulo Tradução Guedes de Oliveira

Encenação e Espaço Cénico Claudio Hochman Interpretação Alexandre Ferreira, Catarina Guerreiro, Fernanda Paulo, Joana Duarte Silva, João Didelet, Marina Albuquerque, Miguel Sopas, Paulo Duarte Ribeiro e Sílvia Filipe

Música Original Daniel Schvetz Música ao Vivo Ana Mendes, Pedro Silva e Rui França Figurinos Paloma del Pozo/Ojalá Diseños Madrid

Construção Cenografia João Paulo Araújo

Produção Grupo Cassefaz

Co-produção Câmara Municipal de Lisboa

 Informações ou compra de espectáculos contactar: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

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